História Laser e Tatuagem

História da Tatuagem

A palavra “tattoo” é proveniente do idioma do Taiti “tattau” conjuntamente com a palavra “tatu” oriunda da Polinésia, que significa “marcar”.
Ambas foram inicialmente mencionadas em 1769, pelo explorador “James Cook” na sua expedição ao pacifico sul.
A pratica de decorar permanentemente o corpo humano, existe já há centenas de anos, sendo a sua origem desde a idade da pedra.
Hoje em dia são estimados mais de 15000 tatuadores na União Europeia, e mais de 5% da população adulta tem uma tatuagem, por motivos decorativos ou cosméticos.

Primeiros métodos de Tatuagem

  • O picotar da pele com agulhas sólidas cobertas de tinta preta com a finalidade de preenchimento.
  • Raspar ou rasgar a pele e em seguida aplicar a tinta nas escoriações criadas.
  • Cobrir feridas com cinza.

Estes são alguns dos métodos primitivos usados; no entanto o que todas as técnicas de tatuagens têm que ter em comum é a profundidade da colocação do pigmento da tinta sobre a derme, porque para a tinta ficar alojada permanentemente, esta terá de passar a barragem da primeira camada da pele (epiderme) e alojar-se na derme onde ficará retida.

Tatuagem Moderna

Em 1876 “Thomas Edison” patenteou aquela que viria a ser a primeira maquina de tatuagem, inicialmente concebida como um dispositivo denominado “impressora autográfica ou caneta elétrica”, para ser utilizado como uma caneta para fazer inscrições em superfícies duras.
Mais tarde em 1891 “Samuel O´Reilly” modificou a maquina de Edison, adicionando-lhe agulhas múltiplas e um reservatório de tinta, mudou o sistema de tubos, fazendo com que o aparelho oscilasse electronicamente (giratório-dirigido) permitindo assim que esta movimentasse a agulha, o instrumento era composto por cinco agulhas, mas podia consistir apenas em uma agulha. Assim no dia 8 de Dezembro de 1891 O’Reilly patenteou a maquina de tatuagem nos Estados Unidos.
A partir da maquina de Samuel O’Reilly outros tatuadores contribuíram para que as maquinas de tatuagem passassem por algumas mudanças e evoluções, chegando aos modelos atuais. “Carol Nightingale”, Canadiano, na década de 70 patenteou o ultimo modelo mais próximo ao modelo atual.
Hoje em dia encontram-se maquinas em diversos formatos, com designs futuristas e materiais mais leves e resistentes, em diversas fabricas e marcas espalhadas pelo mundo, porem baseadas no mesmo funcionamento da maquina patenteada na década de 70, um instrumento de aço com agulhas que puncionam a pele a um ritmo de 50 a 3000 vezes por minuto, normalmente alimentadas por um interruptor de pé, e usando um movimento oscilante em picos difusos (de cima a baixo) com a finalidade de puncionar a epiderme e dirigir as partículas de tinta entre 0,6 e 2,2 milímetros na derme.

Tinta da tatuagem (tamanho e cor das partículas)

As partículas de tinta da tatuagem ficam difusamente dispersas como grânulos finos na parte superior da derme, bem como em focos verticais nos pontos de injecção, mas agregam-se num aspecto concentrado mas focal, entre 7 a 13 dias após a realização.
Num estudo realizado, os grânulos de tinta em regra tinham um diâmetro médio de 4,42 μm, “Taylor e Cols” verificam que os grânulos de pigmento negro nas tatuagens são polimorfos e o seu diâmetro varia de 0,5hm a 4,0μm, ex: partículas de pigmento turquesa e vermelho são aproximadamente duas vezes maiores que os grânulos negros.
Os grânulos de pigmentos de tatuagem são composto de três tipos de partículas acondicionadas frouxamente, entre si, variando de 2nm a 400nm de diâmetro. O tamanho mais comum de partículas é de 40nm (discretamente mais electrodensas), as menos comuns são as partículas de 40nm, que são muito electrodensas e têm uma estrutura cristalina.
Um estudo realizado sobre tinta de tatuagem de micropigmentação de olhos implantada recentemente revelou o tamanho de partículas na matriz extra celular ser de 1 μm, embora o tamanho médio das partículas no frasco de pigmento antes da implantação fosse de 0,25 μm.
Entre as tatuagens amadoras e profissionais, a profundidade da tinta do pigmento varia muito, com uma maior variabilidade de tamanho, forma e localização, observada nas tatuagens amadoras. Independentemente das origens diversificadas do pigmento de tatuagem, o aspecto microscópico, óptico e electrónico de todos os pigmentos é semelhante.
Actualmente os tatuadores profissionais têm acesso a mais de 100 cores diferentes. Sendo o preto a cor mais comum de tinta; e seguindo-se para os tons de vermelhos, azuis, verdes, amarelos e laranjas.
Algumas tatuagens mais recentes têm uma escala maior de cores, incluindo sombras de cor rosa, castanho, roxo e até mesmo cores florescentes.
Algumas das tintas são uma mistura de cores com uma longa escala de sombras e são assim difíceis de classificar como um único pigmento.
O "FDA” (Administração de Alimentação e Medicamentos) analisa actualmente as tintas de tatuagem como “aditivos de cor” para uso na pele. Devido aos fabricantes da tinta não serem obrigados a registar a composição dos seus produtos, na maioria dos casos nem os tatuadores nem os pacientes têm noção da composição exacta da tinta da tatuagem.

Histologia

Imediatamente após a injecção de tinta da tatuagem na epiderme as partículas da mesma são encontradas dentro de grandes vesículas designadas por fagossomas no citoplasma das células queratinócitas, fagócitas incluindo na vasta população dos fibroblastos, macrofagos e mastócitos.
Adicionalmente tanto a epiderme como a união da membrana epidermal-dermal em conjunto com a papila dermal parecem homogeneizadas, mas após um mês, as biópsias mostram que a membrana basal começa a reformar-se, e os agregados das partículas da tinta encontram.se já dentro das células basilares.
Na derme, as células fagócitas contendo tinta são concentradas ao longo da fronteira epidermal-dermal; e abaixo numa camada de tecido granular que é rodeado por colagénio encontram-se novamente as partículas de tinta, estando estas presentes nos queratinócitas, macrofagos e fibroblastos.
Um me após a realização da tatuagem o pigmento ainda não é visível dentro dos mastócitos, enclotelios, e neurofibromas (células de Schwann), como também, no sangue, sistema linfático ou extra celular. Adicionalmente a eliminação transepidermica das partículas de tinta realiza-se através da epiderme.
Em estudos de biópsias obtidas entre 3 meses a 4 anos, uma rede proeminente de tecido conexivo é encontrado a cercar cada fibroblasto que contem as partículas de tinta, eficazmente fechando e imobilizando a célula.
Esta presença de partículas da tinta somente em fibroblastos dermais suporta a teoria que os fibroblastos são responsáveis pela estável extensão da vida intradermal da tatuagem. ”A extensão da vida destes fibroblastos é desconhecida e pode persistir durante toda a vida do indivíduo.”
Comummente, uma tatuagem pode parecer mais fosca, mais azul, mais indistinta e borrada com o passar do tempo, presumivelmente em consequência de partículas de tinta se moverem para mais profundidade na derme por meio da acção dos fagócitos móveis.
Biópsias aleatórias de tatuagens mais antigas demonstram pigmento na derme profunda, contrastando com a localização mais superficial das tatuagens mais recentes. Finalmente a tinta aparece nos linfonodos regionais de pacientes tatuados.
Histologicamente a tinta de tatuagem não apresenta reacções, apesar do uso frequente de diferentes pigmentos de pureza e identidade desconhecidas pelos artistas. Sendo que as tintas de tatuagem amadoras consistem em partículas simples de carbono, originadas em madeira queimada, algodão, plástico ou papel, ou então de uma variedade de tintas, incluindo tinta de nanquim (conhecida tradicionalmente como tinta da china), tinta de caneta e material vegetal.
Embora raramente ocorra, pigmentos de tatuagem tais como: vermelhos (mercúrio), amarelo (cádmio), verdes (cromo) e azul (cobalto), têm desencadeado dermatites alérgicas ou foto alergias persistentes e localizadas, e mais infrequentemente reacções sistémicas. O interessante é que as cores comummente envolvidas nas reacções alérgicas (vermelho e amarelo) costumam desaparecer espontaneamente de uma tatuagem, sem sinais clínicos de uma reacção.

Técnicas de remoção de tatuagem

As tatuagens decorativas têm uma longa história. Á pelo menos 5000 anos que os homens se tatuam.
O desejo de remove-las também sempre existiu. Estima-se que 75% das pessoas tatuadas arrependem-se e gostariam de remove-las, por uma série de razões, tais como servir como obstáculo a conseguir um emprego ou por uma tensão sobre um relacionamento interpessoal.
Antes de o uso do laser se tornar conhecido na remoção de tatuagens no final da década de 1980, o processo englobava o uso de uma ou mais técnicas cirúrgicas geralmente dolorosas e que induziam a formação de cicatrizes (técnicas essas que passamos a explicar).


Dermo abrasivo: Em tempos foi o método principal de remoção de tatuagens, raspando as camadas da pele até alcançar tinta. Utilizavam simplesmente um objecto afiado. Mais tarde nos anos 50, duas novas técnicas, uma roda giratória afiada ou uma escova de arame. Ambas raspavam a pele previamente congelada por um refrigerante a fim de produzir uma superfície dura. O tratamento tendia a ser traumático e os agentes biológicos que eram aerossolizados podiam carregar agentes infecciosos.
Abrasão com Sal: “Aetius”, um físico grego, descreve este método como sendo uma técnica que consiste na abrasão da derme superficial com pedaços de sal e uma peça com superfície abrasiva. Depois de efectuado o processo é novamente aplicado sal na superfície da ferida deixando-o actuar durante 36 horas. Com este processo normalmente, os resíduos do pigmento da tinta da tatuagem e as alterações da textura da pele são notados depois da ferida sarar.
Nitrogénio Liquido / Fenol tricloroacético: Usados normalmente para destruir lesões cutâneas, no entanto o seu uso na remoção da tatuagem é limitado pois a destruição provocada não é controlada podendo causar hipo-pigmentação, cicatrizes e períodos longos de sangramento. De seguida a tentativa do uso do acido tónico e nitrato de prata para tentar remover a tinta, técnica esta que resultava em cicatrizes menos significantes do que as restantes das aplicações dos químicos cáusticos, mas no entanto deixava bastantes resíduos de pigmentos visíveis. O fenol e o acido tricloroacético também foram usadas no intuito da remoção e também deixava cicatrizes hipo-pigmentadas, e o seu uso repetido podia resultar numa queimadura grave.
Ferida Térmica: Técnica que consiste em aplicação de fogo, carvão em brasa ou cigarros, foi também usada ao longo dos séculos para remover tatuagens, normalmente deixando cicatrizes. A cauterização térmica e eléctrica tal como a coagulação por infravermelhos são igualmente imprevisíveis.
Remoção Cirúrgica: Métodos cirúrgicos convencionais foram utilizados para tratar tatuagens, no entanto, o seu uso é limitado à remoção de pequenas tatuagens. A remoção cirúrgica de tatuagens grandes normalmente produz resultados desastrosos, e portanto, essa técnica foi abandonada pela maioria dos cirurgiões plásticos.
Cover-Up: Outra forma de remover a tatuagem é a técnica denominada por cover-up, ou seja, cobrir a tatuagem antiga por outra com forma, desenho e cores diferentes. Mas mesmo essa técnica possui limitações, pois o tatuador precisa analisar o desejo existente e o que vai ser sobreposto e se há possibilidade e viabilidade técnica de cobertura sem deixar renascer a tatuagem anterior. Actualmente o processo de remoção de tatuagens é a remoção a laser.

História do laser e seus princípios gerais e classificações

O termo laser não é nada mais que um acrónimo da expressão inglesa “Light amplification by stimulated emission of radiation”, que significa “amplificação de luz por emissão estimulada de radiação”.
Por este motivo, há que partir do principio de que a emissão laser, independentemente das suas particularidades é, nada mais nada menos, do que um processo especial de emissão luz, ou seja, de radiações electromagnéticas. Em termos qualitativos, e devido às suas propriedades especificas, é diferente da luz normal, embora faça parte, juntamente com esta ultima, de um mesmo fenómeno essencial que normalmente se designa por “radiação infravermelha, visível ou ultravioleta”.
Inicialmente o conceito de emissão de luz estimulada ou visível foi introduzido por “Albert Einstein” em 1917.
Apesar de os lasers modernos serem baseados na sua teoria, demorou bastantes anos até ao laser operacional estar disponível. Posteriormente em 1959 e como os avanços técnicos “Theodore Maiman” desenvolveu um laser usando um cristal de Rubi que produzia uma luz vermelha, sendo o primeiro laser operacional que se conseguiu obter. É de referir que, embora emita num comprimento de onda de 694nm, o seu atual interesse terapêutico é escasso.
Em 1953 “Charles Townes” desenvolve o laser “Neodímio-Yag” (Nd:YAG) que emite um feixe de infravermelho a 1064nm, podendo atingir elevadas potências de emissão. Trata-se de um tipo de laser utilizado frequentemente não apenas no âmbito da oftalmologia, mas também no âmbito dos tratamentos endoscópicos e com vista a obter efeitos fotométricos, nomeadamente no tratamento de lesões cutâneas, pigmentações e tatuagens.
O primeiro relato por “Goldman” da remoção de tatuagem com sucesso, usando os lasers Rubi e Nd:YAG deu-se em 1967. A maior parte da pesquisa a nível cutâneo focava-se em lasers de Árgon e Dióxido de carbono.
A capacidade de remover uma tatuagem com laser, com mínimos efeitos secundários foi exponenciada quando no principio dos anos 80 “Anderson e Parrish” desenvolveram lasers de luz pulsada e a teoria da remoção a laser pelo a pelo, como também o tratamento especifico ideal para a remoção de tatuagem. Propuseram que se um comprimento de onda fosse absorvido bem pelo cromóforo do alvo e a largura do pulso fosse igual ou mais curta do que o tempo de relaxamento térmico do alvo, o calor gerado estaria confinado ao alvo.
A aplicação desta teoria permite a destruição altamente seletiva de um alvo na pele, como uma tatuagem ou ferimento não desejado na área circundante que contem outros cromóforos como a melanina e a hemoglobina.
Os parâmetros do laser incluindo o comprimento de onda, a duração do impulso e fluxo podem ser específicos para que se maximize a destruição da tinta da tatuagem e para minimizar danos térmicos aos tecidos circunvizinhos.
Em 1979 surge o chamado laser de Alexandrita, que apresenta uma emissão de 755nm, podendo igualmente atingir elevadas potências de irrigação.
A sua principal vantagem prende-se com o facto de ser bem absorvido pelos pigmentos. Apesar disso, apresenta um fraco nível de absorção pela hemoglobina, razão pela qual é utilizado sobretudo para a eliminação de tatuagens e de lesões pigmentadas benignas e, mais recentemente, para tratamentos de epilação.

Lasers iniciais da história da remoção de tatuagem

Relativamente a esta categoria, há que estabelecer uma distinção entre os gases ionizados (como o laser Árgon ou de Crípton) e os gases moleculares (como o laser CO2). “Artigo de Electroestetica” o laser Árgon emite na região visível do espectro entre 485 e 515nm, o que corresponde à cor verde-azul, razão pela qual é absorvido pelo pigmento da tatuagem. No entanto a sua utilidade é limitada pela absorção da melanina e da hemoglobina, resultando num estrago indesejado aos tecidos adjacentes à área onde se encontra o pigmento. Além da absorção selectiva, também se notou uma extensiva difusão de calor por todos os cromóforos  absorventes, dando um resultado não selectivo à destruição.
(Exemplo pratico: em 1979 um laser de Árgon foi usado para a remoção de tatuagens em 28 pacientes, em 21% desses pacientes ocorreu cicatrização em excesso, numa metade dos pacientes havia ainda resíduos de pigmento de tinta; e em 29% dos pacientes foi feita a completa remoção do pigmento da tatuagem com resultados cosméticos aceitáveis. Igualmente num estudo subsequente, 20 a 60% dos pacientes, experienciaram a renovação completa do pigmento de tatuagem sem qualquer tipo de cicatriz, obtendo-se mais resultados nas tatuagens amadoras, sendo que nas profissionais infelizmente deu-se cicatrização excessiva em 35% dos casos,  permanecendo visíveis resíduos de pigmento de tinta em 67% dos pacientes).
Desenvolvido em 1964, o laser CO2 ou laser de Dióxido de Carbono, foi e continua a ser um dos dois tipos de laser utilizados na área da remoção de tatuagem, estética e medicina. Com capacidade para emitir elevadas potências de radiação, apresenta um comprimento de onda de10,600nm completamente absorvido pela água.
Em 1978, deram-se os primeiros resultados bem sucedidos, com a utilização deste laser, objectivo inicial do tratamento por dióxido de carbono persistia numa simples aplicação realizada por vaporização ao tecido a fim de remover todo o pigmento da tatuagem.
As tentativas realizadas para controlar a profundidade da vaporização do tecido ao nível do pigmento resultavam em feridas de profundidades variáveis, pois a tinta da tatuagem está normalmente alojada em várias camadas; isto em apenas uma única tatuagem.
A avaliação histológica das feridas revela perda de epiderme e tecido subcutâneo numa profundidade até 5mm.
Apesar de se conseguir excelentes resultados, uma vez que não existe absorção de cor selectiva, ocorrem danos térmicos às estruturas dérmicas adjacentes.
Parcialmente todos os pacientes são alvo de formação de cicatriz secundaria, tornando tanto o laser Árgon como o laser CO2 menos ideais para este tipo de tratamento.

Efeitos do laser sobre o organismo humano

A nível terapêutico os efeitos do laser dependem fundamentalmente da sua potência. Os chamados soft-laser ou laser de baixa potência não produzem nenhum tipo de  aumento de temperatura, sendo que a absorção da sua energia produz uma série de efeitos fundamentalmente bio estimulantes sobre as células.
Por outro lado, o power-laser ou laser de alta potência devem os seus efeitos sobretudo ao calor que produzem nos tecidos que conseguem coagular, vaporizar ou cortar.

Conclusão

Portanto depreende-se que o melhor procedimento para uma eficaz remoção de tatuagem, será significativamente o laser light Nd:YAG Q-Switched laser, que elimina mais de 95% das cores existentes no desenho. Este laser trabalha sobre um principio de disparo de luz acústica em apenas 5nm de segundo, não dando tempo para produzir danos de um grau maior sobre a pele.
A tinta absorve preferencialmente o laser, tendo que expandir, como toda a substância faz quando aquecida.
Entretanto, o estouro Q-Switched da luz é tão rápido que fractura a tinta da tatuagem, sendo esta dividida em micro partículas muito finas, dando tempo ao organismo para fazer a sua absorção e mais tarde a sua pós eliminação pela via do sistema linfático.